terça-feira, 28 de setembro de 2010

Amor eterno..

Cuando entiendas que no hay tiempo te vas a dar cuenta que pasado, presente y futuro es todo lo mismo. A veces la solución a nuestros problemas está en el futuro. La esperanza, los sueños, los deseos, son soluciones en el futuro a nuestros problemas de hoy. Y otras veces, la solución está en el presente. Pero las ataduras del pasado o los temores del futuro son cadenas que nos tienen apresados. El tiempo es relativo. Podemos estar en el mismo momento pero en tiempos distintos. O podemos estar en distintos tiempos en el mismo momento. Pero las cosas verdaderas no tienen tiempo, como ese reloj, que los cuida. O como vos dijiste una vez,  el amor, cuando es verdadero, es eterno.

(Casi Angeles - Cielo . 2009)

sábado, 25 de setembro de 2010

O amor é


 ...uma coisa feia e terrível, praticada por todos. E um dia ele vai te pegar, e quando isso acontecer, ele vai pegar seu coração e vai deixá-lo sangrando no chão, e agora você me pergunta, o que eu ganho no final?

Nada além de algumas incríveis lembranças das quais você não consegue se livrar. Mas o amor não é de palavrinhas ridículas, o amor é de grandes atitudes. O amor é sobre aviões levando faixas sobre estádios. Propostas em telões. Palavras gigantes escritas no céu. O amor é ir mais além, mesmo que doa, deixando tudo para trás. Amor é encontrar uma coragem dentro de si mesmo que você nem sabia que tinha.

Talvez nem tudo deva durar para sempre. Certas coisas são como escrever no céu... Uma coisa muito bonita, mas que dura alguns instantes apenas, e depois... Depois você entende, não é? O amor, ele é realmente terrível!

(Trecho do filme ABC do Amor)

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

Eu preciso muito muito de você...



eu quero muito muito você aqui de vez em quando nem que seja muito de vez em quando você nem precisa trazer maçãs nem perguntar se estou melhor você não precisa trazer nada só você mesmo você nem precisa dizer alguma coisa no telefone basta ligar e eu fico ouvindo o seu silêncio juro como não peço mais que o seu silêncio do outro lado da linha ou do outro lado da porta ou do outro lado do muro. Mas eu preciso muito muito de você.

(Caio F.)

sábado, 18 de setembro de 2010

...

Do you see how much I need you right now ?!
(Agora você entende o quanto eu preciso de você ?!)
When You're Gone - Avril Lavigne

Tenho andado distraído
Impaciente e indeciso
E ainda estou confuso
Só que agora é diferente
Estou tão tranqüilo
E tão contente...
Quantas chances desperdicei
Quando o que eu mais queria
Era provar pra todo o mundo
Que eu não precisava
Provar nada pra ninguém

(Quase Sem Querer - Legião Urbana)

quarta-feira, 15 de setembro de 2010

Coisas que a vida ensina ...

....Amor não se implora, não se pede, não se espera, amor se vive ou não. Ciúmes é um sentimento inútil e não torna ninguém fiel a você. Animais são anjos disfarçados, vivem na terra para mostrar ao homem o que é fidelidade. Crianças aprendem com aquilo que você faz, não com o que você diz. As pessoas que falam dos outros pra você, vão falar de você pro outros. Perdoar e esquecer nos torna mais jovens. Água é um santo remédio. O choro existe para o homem não explodir. Ausência de regras é uma regra que depende do bom senso. Não existe comida ruim, existe comida mal temperada. A criatividade caminha junto com a falta de grana. Ser autêntico é a melhor e a única forma de agradar.



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domingo, 12 de setembro de 2010

Era um dia comum

...como outro qualquer de setembro, (minto! nenhum dia de setembro é igual ao outro) e eu sempre ali, naquela mesma rua, sempre na mesma direção. Tantas pessoas, cada uma com seus problemas, com suas historias, com suas preocupações...todo mundo sempre correndo, apressado, atrasado, preocupado. Então em um momento eu me vi estática em meio à tanto movimento, não compreendia porque aquelas pessoas corriam tanto, pra onde afinal estavam indo, atropelando uns aos outros? Não tinham rostos, de repente percebi que eram sombras, coloridas (sim, coloridas, como se fossem manchas de tinta), corriam apressadas, passando umas pelas outras, se chocando e foram esses choques que me chamaram a atenção. Quando as sombras coloridas se chocavam, era como se unissem e tornavam-se sombras escuras, e no fim daquela rua, via-se não a luz, mas uma linha de escuridão. Era para lá que iam com tanta pressa, mas afinal, porque coisas tão belas se preocupavam em correr para o escuro? Para o negro? Um relógio bateu seis horas, e todas as sobras/cores pararam e sumiram, sim simples assim, desapareceram, evaporaram, simplesmente não sei...e ali, no local onde via-se uma linha escura, avistei um ponto de luz, então entendi, que as sobras, se uniam para chegar ate a luz. Mas e porque ficavam escuras ao se misturarem? Porque a mancha negra ocultava a luz? A ciência não explica o contrario? “Toda vez que falta luz, o invisível nos salta aos olhos” meramente simples assim, Humberto Gessinger na musica Piano Bar, nos explica claramente a linha negra que oculta a luz “Toda vez que falta luz/Toda vez que algo nos falta (alguém que parte e não volta)/O invisível nos salta aos olhos/Um salto no escuro da piscina” então eu entendi, o desespero daquelas pessoas, as almas coloridas, se chocando em busca de ajuda, mendigando um pouco de atenção, agonizando pela falta de outrem, caindo na escuridão, em busca do invisível....


Laís Parnow 12/09/2010

segunda-feira, 6 de setembro de 2010

Era madrugada,



estava escuro, não haviam estrelas, a noite estava sem luar, um vento gelado batia deixando a minha pele ainda mais fria. Ele estava ali, sentado, quieto, encolhido com a cabeça entre as pernas, simplesmente não queria conversar. Sentei ali, lembrando apenas de não esquecer de respirar, e fiquei fitando-o, esperando, respirando. Duas almas imóveis, com tanto pra falar, tão próximas e tão distantes ao mesmo tempo, o vento violento e gélido nos atingia sem cessar, mas mesmo assim, minhas mãos não estavam mais congeladas que o seu coração. Aquele coração que eu vinha acompanhando à tanto tempo, que já tinha estado tão próximo ao meu, aquele coração que batia pelos risos (ah! aquele riso...), pelas lágrimas (doces&salgadas), pelas confidencias, e por muitas, mas muitas histórias. Historias minhas, historias dele, historias nossas. Não me lembro quando aconteceu, nem o porque, mas tudo isso se perdeu um dia, em algum lugar, e o coração se fechou, o sorriso se apagou, as lagrimas secaram, as confidencias foram enterradas à 7 chaves junto com todas as historias. Quando alguma dessas historias tenta ressurgir eu volto lá, naquela rua, naquele mesmo cordão da avenida, e me sento, observo, sinto o vento que já não é mais tão gelado, e respiro. Respiro e espero, calmamente pelas palavras dele. Me perco na noite sem lua, sentando, observando, respirando, esperando.... 


Laís Parnow 06/09/2010

sexta-feira, 3 de setembro de 2010

Sonhos. Todos os têm.



Alguns bons, outros ruins. Alguns tentam realizá-los, outros, tentam esquecê-los ou simplesmente fingem que eles não existem. Alguns de nós têm apenas pesadelos. Mas não importa o quanto você sonhe. De manhã, os sonhos são interrompidos, a realidade insiste em interrompê-los. 

(Gossip Girl)

 http://www.orkut.com.br/Main#Community?cmm=91400441

quinta-feira, 2 de setembro de 2010


Toda vez que falta luz
Toda vez que algo nos falta (alguém que parte e não volta)
O invisível nos salta aos olhos
Um salto no escuro da piscina

O fogo ilumina muito, por muito pouco tempo
Por muito pouco tempo, em muito pouco tempo
O fogo apaga tudo, tudo um dia vira luz
Toda vez que falta luz, o invisível nos salta aos olhos

(Piano Bar - Engenheiros do Hawai)

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

Agosto terminou,


 ..o inverno acabou, a melancolia das manhãs cinzentas se foi... Setembro é o mês da primavera, dos novos amores, mês das flores. Na teoria tudo é muito simples, mas em nada muda o passar do tempo, a doce ironia das estações, se as lembranças não se foram junto com o mês de agosto. Você ainda permanece no sofá da minha casa, com o mesmo sorriso torto, cabelo bagunçado, e aqueles olhar inevitável. Teu perfume ainda permanece no meu moletom favorito, as conversas ainda circulam pela madrugada, o telefone ainda toca, os risos ainda ressoam por aqui, aquele cobertor, ainda esta ali, aquela musica ainda toca, e os teus poemas ainda estao espalhados pelas paredes do meu quarto...setembro, hora de colocar tudo nas caixas, guardar os cobertores, aposentar o moletom, colocar posteres nas paredes, comprar um CD novo, trocar o numero do telefone, a mobília da sala, e incluir no pacote de compras um novo coração, de preferência um mais esperto, desse que agem em sincronia com a mente e a razão, não digo um que ame menos, mas um desses que tem um bibe que apita quando a coisa começa a fugir do controle, talvez até um com Ctrl + Z, assim seria mais fácil, entrar setembro sem todas essas lembranças que só me fazem pensar em você (....)

Lais Parnow 01/09/2010

Apesar de (...)


... uma das coisas que aprendi é que se deve viver apesar de. Apesar de, se deve comer. Apesar de, se deve amar. Apesar de, se deve morrer. Inclusive muitas vezes é o próprio apesar de que nos empurra para a frente. Foi o apesar de que me deu uma angústia que insatisfeita foi a criadora de minha própria vida. Foi apesar de que parei na rua e fiquei olhando para você enquanto você esperava um táxi. E desde logo desejando você, esse teu corpo que nem sequer é bonito, mas é o corpo que eu quero. Mas quero inteira, com a alma também. Por isso, não faz mal que você não venha, espararei quanto tempo for preciso.

(Clarice Lispector)