quarta-feira, 25 de abril de 2012
Mas você não vê....
Não vê, não enxerga, não sente.
Não sente porque não me faz sentir, não enxerga porque não quer.
A mulher louca que sempre fui por você, e que mesmo tão cheia de defeitos sempre foi sua.
Sempre fui só sua. Sempre quis ser só sua. Sempre te quis só meu.
E você, cego de orgulho bobo, surdo de estupidez, nunca notou.
Nunca notou que mulheres como eu não são fáceis de se ter; são como flores difíceis de cultivar.
Flores que você precisa sempre cuidar, mas que homens que gostam de praticidade não conseguem.
Homens que gostam das coisas simples. Eu não sou simples, nunca fui. Mas sempre quis ser sua.
Você, meu homem, é que não soube cuidar. E nessa de cuidar, vou cuidar de mim.
De mim, do meu coração e dessa minha mania de amar demais, de querer demais, de esperar demais.
Dessa minha mania tão boba de amar errado.
Seja feliz.
(Caio Fernando Abreu)
segunda-feira, 2 de abril de 2012
Alone...
"Tenho tornado-me cada vez mais individuliasta e impaciente. Ultimamente tenho tido uma grande dificuldade em dar abertura às pessoas entrarem em minha vida. E sinceramente? Não acho isso de todo ruim.
Assim como também não preciso ter o equílibro para tolerar os erros e mágoas causados pelas pessoas. Sim, parece ser uma atitude de fraqueza e muito mais cômoda.
Mas eu simplesmente não consigo dar abertura, ter paciência, equílibrio ou tolerância. Tenho preguiça de conhecer pessoas novas e puxar os mesmos assuntos de sempre sobre minha vida.
As pessoas são tão previsíveis, o que as torna cansativas. Agindo dessa forma, evito magoar e ser magoada. Mas principalmente magoar.
Porque às vezes não tenho escrúpulos e nem consideração, faço o que tenho vontade de fazer no momento, sem disposição de dar safisfações ou tentar passar a mão por cima do que fiz.
Vivo bem com as poucas pessoas que tenho, pois já estão acostumadas com meu individualismo."
(Desconhecido)
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