quarta-feira, 13 de junho de 2012

Sob medida...




Você que procura alguém que te completa em tudo: você quer um relacionamento ou um álbum de figurinhas?Já parou para pensar que essa pessoa “certa” que se “parece muito com a gente” pode estar é muito errada? Que graça tem em 1 + 1 somar 1? Já somos egocêntricos demais para amar todas as nossas qualidades repetidas em alguém.
Relacionamentos existem para, oras, a gente aprender a se relacionar. Nada melhor que o diferente para acrescentar. Que mania é essa de procurar um namoro fácil? Que graça tem nisso? Alôu mundo! Onde foram parar os casais cafoninhas “Eduardo e Monica”? Eles ainda insistem em existir? Acho que desistiram de se amar por preguiça. Vida tão corrida, tão difícil, pra quê dar mais trabalho pro coração, né?
Acho um porre aquele casal que gosta das mesmas coisas, que faz as mesmas coisas, que comenta as mesmas coisas. Insuportável aquele casal que se parece fisicamente, que ela mede 1,65 e fica bacana de salto ao lado dele porque ele tem 1,80. Acho bonito mesmo o torto. É não saber bulhufas de Steve Jobs e comprar “O Fabuloso Império de Steve Jobs” para ele de aniversario. É colocar o salto alto e problemas se você ficar maior porque você gosta de salto e, e daí, se ele não abandona o All Star preto sujo? Levar ela para aquele bar de rock da esquina para beber uma cerveja gelada e na semana seguinte a acompanhar na exposição de fosseis de dinossauros. Ouvir Norah Jones sem meter o dedo no rádio do carro dela, porque amanhã ela vai ter que escutar Nirvana no talo no seu. Não entender de economia, não entender de revista de fofoca, não entender de política externa, não entender porque caracoles aquilo ali era um impedimento. Mas entender perfeitamente todas as qualidades da pessoa única e diferente que existe ao seu lado.
Porque no final das contas, o que carece de medidas iguais, é só o sentimento.

(Desconhecido)

sábado, 12 de maio de 2012

Souvenir...



Tomo mais um gole de alguma coisa
ouço teu sorriso ecoando na minha mente
lembro do primeiro olhar trocado
do abraço apertado, da sensaçao de segurança
pego o celular...
preciso de uma bebida mais forte
vejo o teu sorriso abraçando outra garota
do mesmo jeito que costumava me abraçar
o liquido desce rasgando minha garganta
assim como voce rasgou meu coração...

*Laís Parnow - 13/05/2011

quarta-feira, 25 de abril de 2012

Mas você não vê....





Não vê, não enxerga, não sente. 
Não sente porque não me faz sentir, não enxerga porque não quer. 
A mulher louca que sempre fui por você, e que mesmo tão cheia de defeitos sempre foi sua. 
Sempre fui só sua. Sempre quis ser só sua. Sempre te quis só meu. 
E você, cego de orgulho bobo, surdo de estupidez, nunca notou. 
Nunca notou que mulheres como eu não são fáceis de se ter; são como flores difíceis de cultivar. 
Flores que você precisa sempre cuidar, mas que homens que gostam de praticidade não conseguem. 
Homens que gostam das coisas simples. Eu não sou simples, nunca fui. Mas sempre quis ser sua. 
Você, meu homem, é que não soube cuidar. E nessa de cuidar, vou cuidar de mim. 
De mim, do meu coração e dessa minha mania de amar demais, de querer demais, de esperar demais. 
Dessa minha mania tão boba de amar errado. 
Seja feliz.

(Caio Fernando Abreu)

segunda-feira, 2 de abril de 2012

Alone...




"Tenho tornado-me cada vez mais individuliasta e impaciente. Ultimamente tenho tido uma grande dificuldade em dar abertura às pessoas entrarem em minha vida. E sinceramente? Não acho isso de todo ruim.
Assim como também não preciso ter o equílibro para tolerar os erros e mágoas causados pelas pessoas. Sim, parece ser uma atitude de fraqueza e muito mais cômoda. 

Mas eu simplesmente não consigo dar abertura, ter paciência, equílibrio ou tolerância. Tenho preguiça de conhecer pessoas novas e puxar os mesmos assuntos de sempre sobre minha vida. 
As pessoas são tão previsíveis, o que as torna cansativas. Agindo dessa forma, evito magoar e ser magoada. Mas principalmente magoar. 
Porque às vezes não tenho escrúpulos e nem consideração, faço o que tenho vontade de fazer no momento, sem disposição de dar safisfações ou tentar passar a mão por cima do que fiz. 
Vivo bem com as poucas pessoas que tenho, pois já estão acostumadas com meu individualismo."
(Desconhecido)

segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

E a gente lembra.



"E já não dói mais. 'Mas dá saudade'.
Uma saudade que faz os olhos brilharem por alguns segundos
e um sorriso escapar volta e meia,
quando a cabeça insiste em trazer a tona,
o que o coração vive tentando deixar pra trás... "

- Caio F Abreu