quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

...


Procure o seu caminho
Eu aprendi andar sozinho
Isto foi a muito tempo atrás
Mas ainda sei como se faz

(Vou deixar que você se vá - Nenhum de Nós)

domingo, 20 de fevereiro de 2011

Remember-me


Cigarros e lábios, labirintos átonos
Mudanças de tom, refrões de amor
Verdades e segredos
Reflexos e canteiros de girassóis
Se confundem com você o tempo inteiro
E até hoje não houve um só dia
Em que eu não me lembrasse
Daqueles nossos dias
E até hoje não houve um só dia
Em que eu não me lembrasse de você

(Tudo me faz lembrar você - Jota Quest)

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

Devaneios...



E tem horas que da vontade de embrenhar-me mata adentro, solitaria, só pra me encontrar...

(Lais Parnow 15/02/2011)

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"Reencontrei uma parte em mim que eu julgava esquecida. Hoje percebi que quando se fantasia demais as coisas a realidade já não nos satisfaz"*


*Jullie

Miss You Much...

Not to say that i'm in love with you
But who's to say that i'm not
I just know that it feels wrong
When i'm away too long
(Não é pra dizer que estou apaixonda por você
Mas quem vai dizer que eu não estou?
Eu só sei que não me sinto bem
Quando fico longe de você tempo demais)


(Miss You Much - Janet Jackson)

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

Heart-Shaped Box


"I've been locked inside your heart-shaped box for weeks..."

 ("Eu estive trancado dentro da sua caixa em forma de coração por semanas...")
 (Heart-Shaped Box - Nirvana)

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

O dia que Jupter encontrou Saturno...




"-Você tem um cigarro?
-Estou tentando parar de fumar.
-Eu também. Mas queria uma coisa nas mãos agora.
-Você tem uma coisa nas mãos agora.
-Eu?
-Eu."

(Caio F.)

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

Não espere...



que devolvam algo,
 não espere que reconheçam seu esforço,
que descubram seu gênio,
que entendam seu amor.

(Caio F)

sábado, 5 de fevereiro de 2011

Necessidade...


"E tudo o que eu preciso agora é sentir você perto de mim, nem que seja pra que fique sentado ali do lado me olhando, respirando baixinho, como se fosse um ‘jogo do serio’."

(Lais Parnow - 05/02/2011)

Se...

 
"Se todos se importassem e ninguém chorasse
Se todos amassem, e ninguém mentisse
Se todos compartilhassem e engolissem seu orgulho
Nós veríamos o dia que ninguém morreria"
(If Everyone Cared - Nickelback)

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Preterito (im)Perfeito...



Ela estava ali se sentindo perdida, desamparada, sem chão, sem uma faísca de luz.  Ela gostava de ouvir os outros, de apoiar, de aconselhar, mas apenas nesse dia queria que alguém a ouvisse sem que ela precisasse falar nada. Alguém que a ouvisse com o coração,  que estivesse sempre por perto, que não a considerasse um estorvo, um problema, ou uma peça inútil apesar de todos os esforços. Ela tinha todo o mundo ao seu redor, mas por mais que ela se esforçasse nunca se sentia no lugar certo. Mas quando ela mais precisou, e de onde ela menos esperou veio aquele abraço, aquele apoio, e aquele sentimento que ela tanto procurava. Ela não queria estar ali, não sentia fazer parte daquele mundo, da felicidade daquelas pessoas, ali não era lugar pra ela estar, estando com a cabeça (e o coração) tão distante. Mas o abraço preocupado, as palavras doces, o desespero do momento, a fizeram entender que Deus sabe o que faz. Que nem sempre o caminho das pedras amarelas é o mais bonito, e que o mais bonito nem sempre é o certo. Entendeu que os pequenos detalhes são aqueles que mais fazem diferença e que as pessoas mais imperfeitas são as que mais trazem paz e proteção. E desde então, ela não se sente mais perdida, não se lamenta pelo desamparo de outrem, tem seu próprio caminho, e uma luz particular: ELE. O imperfeito, cheio de defeitos, inoportuno, fora dos padrões, aquele por quem ela se apaixonou sem se dar conta. Afinal, loucura e imperfeição caminham sempre lado a lado...

(Laís Parnow 02/02/2011)

Fevereiro...




É hora de largar tudo, subir no salto, chutar o balde, sacudir a poeira, virar o copo, é hora de ser feliz.
Um acordo com as pessoas, com o tempo, com as obrigações, com o desespero & com a tristeza.
Uma pausa no relógio, um tempo pra mim.
 Hora de se reencontrar, traçar objetivos, fazer a lista dos itens mais importantes.
Rever velhos amigos, tomar um porre, caçar uns dinossauros, ir pra marte...
Esquecer de tudo, virar a pagina, começar do zero...!
Tempo de libertação, de descobrimento, é tempo daquela coisa chamada FELICIDADE

=)


(Lais Parnow - 02/02/2011)

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“To me afastando de tudo que me atrasa, me engana, me segura e me retém.
 Fui ser feliz, e não volto !” (Caio F.)

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Os dragões não conhecem o paraíso...



Ainda não comecei.

Queria tanto saber dizer Era uma vez. Ainda não consigo.

Mas preciso começar de alguma forma. E esta, enfim, sem começar propriamente, assim confuso, disperso, monocórdio, me parece um jeito tão bom ou mau quanto qualquer outro de começar uma história. Principalmente se for uma história de dragões.

Gosto de dizer tenho um dragão que mora comigo, embora não seja verdade. Como eu dizia, um dragão jamais pertence a, nem mora com alguém. Seja uma pessoa banal igual a mim, seja unicórnio, salamandra, harpia, elfo, hamadríade, sereia ou ogro. Duvido que um dragão conviva melhor com esses seres mitológicos, mais semelhantes à natureza dele, do que com um ser humano. Não que sejam insociáveis. Pelo contrário, às vezes um dragão sabe ser gentil e submisso como uma gueixa. Apenas, eles não dividem seus hábitos.

Ninguém é capaz de compreender um dragão. Eles jamais revelam o que sentem. Quem poderia compreender, por exemplo, que logo ao despertar (e isso pode acontecer em qualquer horário, às três ou às onze da noite, já que o dia e a noite deles acontecem para dentro, mas é mais previsível entre sete e nove da manhã, pois essa é a hora dos dragões) sempre batem a cauda três vezes, como se tivessem furiosos, soltando fogo pelas ventas e carbonizando qualquer coisa próxima num raio de mais de cinco metros? Hoje, pondero: talvez seja essa a sua maneira desajeitada de dizer, como costumo dizer agora, ao despertar - que seja doce.


(Caio F.)